Memórias e lições de um “arqui-sem-teto”

Eu vivi intensamente a Jornada Mundial da Juventude JMJ Rio 2013. Esta experiência influenciará a história do Arquiteto da Felicidade de agora em diante na internet. E tenho certamente muitas histórias para contar por anos e anos.

Mas por se tratar de um blog que fala de arquitetura, resolvi me prender a uma experiência da JMJ que para mim foi de grande importância e que mudará para sempre a visão sobre a arquitetura e a cidade: viver como um peregrino e dormir na rua como um sem-teto.

Continuar lendo Memórias e lições de um “arqui-sem-teto”

O que queremos?

o que queremos

Já que as manifestações no Brasil não tem uma pauta muito definida, coloco aqui a minha.

Queremos ser felizes!

Queremos usar os recursos de tempo, financeiros e humanos de forma racional e sustentável.

Queremos gastar menos tempo no trânsito, menos dinheiro na comida e menos suor em empregos que pagam salários ridículos.

Queremos um país que priorize estes recursos para o que realmente importa

Queremos um país mais feliz e desenvolvido. E este não se mede pelo PIB ou pela renda per capita.

Queremos uma vida que equilibre minimamente nossas necessidades de dinheiro, saúde, educação, trabalho, relacionamentos, cultura, lazer, engajamento social e desenvolvimento sustentável.

Queremos ter liberdade para ditar os rumos do desenvolvimento.

Queremos que os políticos representem o ideal de felicidade que a população busca.

Queremos fazer a nossa parte.

Seria pedir demais?

Fonte: Veja.com.br

O mito do emprego verde

Tradução livre do quadrinho: “Eles tiveram que derrubar todas as árvores para imprimir todo o dinheiro de resgate, necessário para criar empregos verdes e salvar o meio ambiente”.

Este artigo coloca em xeque o desenvolvimento de uma economia verde de verdade. Vale a leitura!

FakeClimate

Por Tory Aardvarck

24 de agosto de 2012
(Tradução: Maurício Porto)

O mito de empregos verdes faz parte dos chavões aquecimentistas, a transição para um verde e admirável mundo novo orwelliano onde há eletricidade ilimitada livre de carbono gerada por energia eólica e solar, bem que seria o caso se não fosse por um problema embaraçoso conhecido como intermitência, mais adiante falarei sobre isso.

Um relatório de setembro de 2011 da Câmara dos Representantes dos EUA concluiu que a chamada revolução de empregos verdes falhou globalmente e não havia esta coisa de empregos verdes a longo prazo, então os aquecimentistas mudaram a definição de empregos verdes para praticamente qualquer trabalho existente. Por exemplo, se você trabalha numa loja de conserto de bicicletas é um trabalho Verde, ou se você trabalha como balconista na loja de reparação de bicicletas, isso também é um trabalho Verde.

Ver o post original 748 mais palavras

Países Felizes – Parte 7: Dinamarca

Vamos voltar a viajar pelos países da Felicidade? Nossa próxima parada é o Reino da Dinamarca. Este é o primeiro dos três países que representarão a felicidade a partir da prioridade pela sociedade.

A Dinamarca não representa somente um ideal para uma boa parte do mundo ocidental capitalista. Mais do que isso. Estaremos falando do país mais feliz do mundo.

Continuar lendo Países Felizes – Parte 7: Dinamarca

Países Felizes – Parte 6: França

A viagem do Arquiteto da Felicidade deu uma parada estratégica. Apesar de gostar bastante de escrever, precisei dar uma prioridade nos projetos de arquitetura, não é? Arquiteto precisa fazer cliente felizes.

Voltando à busca dos países felizes e desenvolvidos por saberem priorizar seus talentos, vamos à França. O país é talvez o mais lembrado e admirado no que diz respeito à riqueza de sua cultura no território. Ao explorar as fontes deste sucesso cultural perceberemos que a cultura francesa é mais do que uma mera coincidência de talentos, é uma questão de organização da sociedade e da economia.

Continuar lendo Países Felizes – Parte 6: França

Países Felizes – Parte 5: Brasil

Retomando nossa viagem sobre os diferentes modelos de desenvolvimento países de acordo com sua visão de felicidade, nesta quinta parada o protagonista é o nosso Brasil.

Nosso país tem um traço cultural de povo pacífico, acolhedor e hospitaleiro e que interferem no modo que compreendemos uma nação e um território: com os olhos da felicidade. Vamos entender o porquê.

Como fazer dos relacionamentos uma política?

Continuar lendo Países Felizes – Parte 5: Brasil

Países Felizes – Parte 4: Estados Unidos

Nesta viagem pelos Países Felizes do Arquiteto da Felicidade, depois de uma temporada na Europa, vamos para a América. Nossa quarta parada é nos Estados Unidos da América.

Quem valoriza o trabalho como o critério mais importante da Felicidade pode gostar de viver no país mundialmente conhecido com a terra das oportunidades.

O progresso de um país movido por um sonho

Revisitando o artigo sobre o trabalho e o Bernardinho, naquela ocasião eu coloquei uma condição para que se alcance o sucesso profissional baseado no espírito de equipe, em que os talentos individuais devem trabalhar para o sucesso coletivo.

E se esse coletivo fosse um país inteiro? Uma outra condição para o sucesso no trabalho é o lugar onde vivem.

Continuar lendo Países Felizes – Parte 4: Estados Unidos

Países Felizes – Parte 3: Finlândia

Com o fim do Especial Rio+20, vamos retomar nossa viagem pelos Países Felizes do Arquiteto da Felicidade?

Nossa terceira escala é na Finlândia. Vamos conhecer o país que tem um dos melhores programas nacionais de educação do mundo e buscar entender a razão de seu sucesso.

Educar para desenvolver e ser feliz

Quantas vez já não se ouviu promessas, protestos e discussões sobre a importância da educação de qualidade para o desenvolvimento de um país, não é verdade? E por quê?

Continuar lendo Países Felizes – Parte 3: Finlândia

A Felicidade chegou ao Complexo do Alemão

A programação Especial Rio+20 do Arquiteto da Felicidade não é só teoria. Mais importante que escrever textos e compartilhar assuntos interessantes é também pôr a mão na massa, através de ações práticas na promoção de uma vida mais feliz e desenvolvida.

Então surgiu a oportunidade de ultima hora de me apresentar da Rio+20. Ora, por que não?

Sigam-me os bons! E de teleférico!

Continuar lendo A Felicidade chegou ao Complexo do Alemão

Países Felizes – Parte 2: Inglaterra

Nossa segunda escala é na Inglaterra, país que tem um exemplar modelo de saúde pública que é reflexo de uma visão política e prioridades e continuidade de projetos, mesmo com a alternância política e com as crises.

Uma população saudável é mais feliz

A saúde se tornou um direito social fundamental para qualquer nação democrática – em tese, assim deveria permanecer.

Continuar lendo Países Felizes – Parte 2: Inglaterra