Como regularizar sua obra na região do Centro

Este artigo é destinado aos proprietários de imóveis ou investidores que buscam arquiteto no Rio de Janeiro para regularizar obras na adjacências de Centro, Saúde, Gamboa, Santo Cristo, Caju, Cais do Porto, Catumbi, Rio Comprido, Cidade Nova, Estácio, São Cristóvão, Mangueira, Benfica, Triagem, Vasco da Gama, Paquetá e Santa Tereza.

Se você tem uma obra nestes bairros e precisa de informações sobre como regularizar sua obra ou obter licença para construção, ampliação e reformas, veja aqui.

Como proceder?

Primeiramente você deve conferir a situação real do imóvel junto à Secretaria Municipal de Urbanismo, na Gerência de Licenciamento e Fiscalização Urbanística da região.

Se sua obra é de algum dos bairros mencionados, você deve se dirigir ao endereço abaixo:

Gerência de Licenciamento e Fiscalização – 3ª GLF
Rua República do Líbano, 54, 2º andar
Tel.: 2224-7546

Horário de Atendimento: das 11h às 17h

Para dúvidas simples, não é preciso marcar agendamento prévio. Se for o caso de notificação de irregularidade ou para movimentar processos antigos, será necessário agendamento prévio por telefone.

O que levar?

A documentação de praxe para consulta é uma cópia da escritura do terreno e da construção registrada no Registro de Imóveis (pode ser desatualizada), a guia do último IPTU e, caso tenha, a carta de notificação ou uma planta. Com esta documentação o atendente informará como deve proceder seu processo.

Caso deseje se antecipar, comece a buscar arquitetos com experiência nestes processos.

Leia também

DÚVIDAS?

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Fonte: Microsoft Office

Seja Feliz e viva sem tantas cobranças. Um excelente texto que compartilho com vocês

Seja Feliz!

Nós todos temos uma tendência de ser duro consigo mesmo.

Especialmente quando erramos e falhamos em qualquer empreitada, a autocrítica tende a nos castigar.

Não só tenho que arcar com as consequências do meu erro e ainda tenho aquela voz interna com o dedo em riste para apontar cada detalhe do meu erro.

Isso tem um lado bom, eu sei. Devo aprender com os meus erros e procurar evita-los.

Mas a crítica exagerada me coloca para baixo, afeta a minha autoestima e me limita a enxergar o grande quadro, o caminho da aprendizagem.

Quando era pequeno, o meu pai fazia esse papel, e me incomodava sobremaneira. Ele já nos deixou há muito, e eu assumi esse papel de apontar os meus próprios erros.

Tenho que ponderar sobre isso e ver o que estou ganhando com isso. Aproveitar o lado bom e a aprendizagem, acredito que seja mandatório, mas modular a…

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Países Felizes – Parte 2: Inglaterra

Nossa segunda escala é na Inglaterra, país que tem um exemplar modelo de saúde pública que é reflexo de uma visão política e prioridades e continuidade de projetos, mesmo com a alternância política e com as crises.

Uma população saudável é mais feliz

A saúde se tornou um direito social fundamental para qualquer nação democrática – em tese, assim deveria permanecer.

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Talentos da Felicidade – Parte 2: Saúde

Neste segundo artigo da série, abordarei uma das dimensões considerada por muitos como a mais importante a ser valorizada: a Saúde. Entenda essa dimensão e o talento associado a esta priorização.

Parte 2 – Saúde e Dráuzio Varella

É óbvio deduzir que ninguém é feliz quando está doente e uma vida saudável traz felicidade. Pessoas que tem esse propósito e colocam a saúde como prioridade, são prudentes e optam por um estilo de vida que valorize a longevidade.

Esse tema é tão sensível as pessoas que os marqueteiros apelam em suas propagandas a promessa de que seu produtos promovem boa saúde. Por isso é necessário desfazer algumas das confusões que eles criaram.

Não se deve confundir “longevidade” com “prolongamento da juventude”. A busca pela saúde que nos leva a longevidade não é necessariamente realizada pelo desejo da boa forma.

Trocando em miúdos: próteses de silicone, cirurgias plásticas e terapias estéticas, dietas fantásticas de perda de peso, suplementos para hipertrofia muscular, eliminação de rugas, nada disso pode ser considerado como ação por uma vida saudável, posto que em geral são preocupações que tem o horizonte de tempo imediato e não há comprovação nenhuma que essas práticas contribuam em longo prazo para a expectativa de vida – salvo raras exceções quando estas ocorrem por orientações médico-terapeuticas sérias.

A promoção da felicidade pela saúde passa pela promoção da cultura do bem estar, independentemente da idade, através de hábitos saudáveis, controle de peso e das taxas sanguíneas, medicina preventiva e atividades físicas regulares.

Passa também por criar um ambiente que promova a saúde mental para si, para a família, no dia-a-dia, no ambiente de trabalho, nos locais frequentados, de modo que eles permitam e potencializem a felicidade e o conjunto das dimensões da vida feliz.

Neste contexto, Drauzio Varella surge como exemplo de pessoa que obteve notoriedade em todo o país pela disseminação dessa cultura do bem-estar a que me referi. Sua biografia mostra que todos os seus anos de sua carreira como médico oncologista e diretor de hospital não foram o suficiente para promover a felicidade de seus pacientes.

Foi quando em 1986 ele se associou ao jornalista Fernando Vieira de Mello para iniciar campanha de esclarecimento sobre a Aids na rádio 89 FM e na Jovem Pan em São Paulo. O sucesso na mídia de massa fez com que ele ganhasse notoriedade até chegar a ser atração do Fantástico, da Rede Globo, onde apresenta regularmente uma série de quadros sobre saúde e prevenção de doenças.

Pessoas com talento na questão de saúde precisam buscar na prioridade da sua vida o auto-conhecimento pleno, de forma a reconhecer as capacidades e limitações, na medida certa, que garantam a maior longevidade possível, buscando uma vida regrada, evitando exageros que comprometam o bom funcionamento do corpo, mente e alma e assim conseguir trabalhar todas as demais dimensões não priorizadas.

Mas na prática a coisa muda um pouco de figura, pois geralmente preterimos os cuidados com a saúde em prol das outras dimensões.

Querem um exemplo: quem já não teve que deixar de comer, beber água e ir ao banheiro por causa de um trabalho urgente que não poderia ser interrompido? E qual é o preço dessa atitude no longo prazo? Gastrite, úlcera, cólicas, cistites, cálculos renais, etc. – detalhe: falo de necessidades fisiológicas básicas do ser humano!

Outro exemplo, beber todas numa noitada e sair pra “pegar geral”, varar a madrugada só para curtir. As consequências no longo prazo são o risco de alcoolismo, de contrair DST, de degradação mental por não conseguir saciar as frustrações, pertubações, etc.

Cumprir regras é algo que nunca gostamos de fazer. E essa necessidade de regras faz dessa dimensão da felicidade , na minha opinião, a mais difícil de cumprir. Moral da história: até para o óbvio é preciso talento.

E aí, vai encarar a busca da felicidade como saúde e longevidade? Deixe seu comentário ou opinião no blog ou na postagem do meu perfil do Facebook.

A seguir o tema será a educação. Aguarde!

Sigam-me os bons!