Quer ser feliz hoje mesmo? Controle o tempo!

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Todos nós temos nossos sonhos, desejos, valores e princípios que levamos em consideração nesta caminhada que fazemos na busca de uma vida mais feliz e desenvolvida. Estes valores são de tal importância que inserimos eles na estruturação de um planejamento, na definição de um objetivo, de uma meta e de um prazo.

Mas vez por outra não sabemos dominar a eficiência de um projeto ao longo do tempo, criamos expectativas e tememos a frustração em vários momentos da vida. E neste momento refletimos e colocamos em xeque os sonhos, desejos, princípios.

Deste modo, vi que era importante complementar a visão dos Sete princípios do Arquiteto da Felicidade e falar mais sobre o papel do domínio do tempo nas elaboração de um bom projeto de felicidade.

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O que queremos?

o que queremos

Já que as manifestações no Brasil não tem uma pauta muito definida, coloco aqui a minha.

Queremos ser felizes!

Queremos usar os recursos de tempo, financeiros e humanos de forma racional e sustentável.

Queremos gastar menos tempo no trânsito, menos dinheiro na comida e menos suor em empregos que pagam salários ridículos.

Queremos um país que priorize estes recursos para o que realmente importa

Queremos um país mais feliz e desenvolvido. E este não se mede pelo PIB ou pela renda per capita.

Queremos uma vida que equilibre minimamente nossas necessidades de dinheiro, saúde, educação, trabalho, relacionamentos, cultura, lazer, engajamento social e desenvolvimento sustentável.

Queremos ter liberdade para ditar os rumos do desenvolvimento.

Queremos que os políticos representem o ideal de felicidade que a população busca.

Queremos fazer a nossa parte.

Seria pedir demais?

Fonte: Veja.com.br

Os nove erros fatais em uma obra

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Fazer uma obra de construção ou reforma é sempre algo que nos entusiasma e motiva a fazer mais, comprar materiais, sonhar com detalhes de cores, luzes e acabamentos. Nada mais é do que a realização de um sonho de uma vida mais feliz numa casa nova e bem construída.

Mas é preciso prestar atenção em detalhes dessa empreitada, pois alguns deslizes podem transformar esse sonho numa dor de cabeça tremenda.

Um dos métodos de aprendizados  mais eficientes que a vida nos oferece é refletir sobre os erros para que nos esforcemos em não repetí-los. Separei aqui 9 erros considerados fatais. Tão fatais e frustrantes como essa tela de erro no AutoCAD – Murphy sempre reserva ela quando estamos no fim de horas de trabalho num projeto.

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Talentos da Felicidade – Parte 4: Trabalho

Neste quarto artigo da série, será abordada uma dimensão que é bastante sensível às expectativas de felicidade de grande parte das pessoas: o trabalho. Vamos entender de que forma podemos nos identificar com o talento selecionado e o modo que a prioridade deve ser orientada.

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Talentos da Felicidade – Parte 2: Saúde

Neste segundo artigo da série, abordarei uma das dimensões considerada por muitos como a mais importante a ser valorizada: a Saúde. Entenda essa dimensão e o talento associado a esta priorização.

Parte 2 – Saúde e Dráuzio Varella

É óbvio deduzir que ninguém é feliz quando está doente e uma vida saudável traz felicidade. Pessoas que tem esse propósito e colocam a saúde como prioridade, são prudentes e optam por um estilo de vida que valorize a longevidade.

Esse tema é tão sensível as pessoas que os marqueteiros apelam em suas propagandas a promessa de que seu produtos promovem boa saúde. Por isso é necessário desfazer algumas das confusões que eles criaram.

Não se deve confundir “longevidade” com “prolongamento da juventude”. A busca pela saúde que nos leva a longevidade não é necessariamente realizada pelo desejo da boa forma.

Trocando em miúdos: próteses de silicone, cirurgias plásticas e terapias estéticas, dietas fantásticas de perda de peso, suplementos para hipertrofia muscular, eliminação de rugas, nada disso pode ser considerado como ação por uma vida saudável, posto que em geral são preocupações que tem o horizonte de tempo imediato e não há comprovação nenhuma que essas práticas contribuam em longo prazo para a expectativa de vida – salvo raras exceções quando estas ocorrem por orientações médico-terapeuticas sérias.

A promoção da felicidade pela saúde passa pela promoção da cultura do bem estar, independentemente da idade, através de hábitos saudáveis, controle de peso e das taxas sanguíneas, medicina preventiva e atividades físicas regulares.

Passa também por criar um ambiente que promova a saúde mental para si, para a família, no dia-a-dia, no ambiente de trabalho, nos locais frequentados, de modo que eles permitam e potencializem a felicidade e o conjunto das dimensões da vida feliz.

Neste contexto, Drauzio Varella surge como exemplo de pessoa que obteve notoriedade em todo o país pela disseminação dessa cultura do bem-estar a que me referi. Sua biografia mostra que todos os seus anos de sua carreira como médico oncologista e diretor de hospital não foram o suficiente para promover a felicidade de seus pacientes.

Foi quando em 1986 ele se associou ao jornalista Fernando Vieira de Mello para iniciar campanha de esclarecimento sobre a Aids na rádio 89 FM e na Jovem Pan em São Paulo. O sucesso na mídia de massa fez com que ele ganhasse notoriedade até chegar a ser atração do Fantástico, da Rede Globo, onde apresenta regularmente uma série de quadros sobre saúde e prevenção de doenças.

Pessoas com talento na questão de saúde precisam buscar na prioridade da sua vida o auto-conhecimento pleno, de forma a reconhecer as capacidades e limitações, na medida certa, que garantam a maior longevidade possível, buscando uma vida regrada, evitando exageros que comprometam o bom funcionamento do corpo, mente e alma e assim conseguir trabalhar todas as demais dimensões não priorizadas.

Mas na prática a coisa muda um pouco de figura, pois geralmente preterimos os cuidados com a saúde em prol das outras dimensões.

Querem um exemplo: quem já não teve que deixar de comer, beber água e ir ao banheiro por causa de um trabalho urgente que não poderia ser interrompido? E qual é o preço dessa atitude no longo prazo? Gastrite, úlcera, cólicas, cistites, cálculos renais, etc. – detalhe: falo de necessidades fisiológicas básicas do ser humano!

Outro exemplo, beber todas numa noitada e sair pra “pegar geral”, varar a madrugada só para curtir. As consequências no longo prazo são o risco de alcoolismo, de contrair DST, de degradação mental por não conseguir saciar as frustrações, pertubações, etc.

Cumprir regras é algo que nunca gostamos de fazer. E essa necessidade de regras faz dessa dimensão da felicidade , na minha opinião, a mais difícil de cumprir. Moral da história: até para o óbvio é preciso talento.

E aí, vai encarar a busca da felicidade como saúde e longevidade? Deixe seu comentário ou opinião no blog ou na postagem do meu perfil do Facebook.

A seguir o tema será a educação. Aguarde!

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Talentos da Felicidade – Parte 1: Dinheiro

Venho propor uma reflexão sobre o mosaico que criei acima. As oito palavras ou expressão são as dimensões do tipo de vida que o ser humano valoriza e busca atender com seus recursos de modo a atingir a felicidade. Cada personalidade associada à dimensão representa casos de sucesso de pessoas de talento que alcançaram exito priorizando dimensões diferentes. Suas escolhas revelam nos nossos dias como bem sucedidas, tornando cada um deles uma referência na sua dimensão.

Ressalto que esta lista não tem caráter de elegê-los como os melhores, pois estaria certamente cometendo injustiças. Escolhi cada um apenas pelo critério de popularidade para facilitar o raciocínio.

O que quero dizer com isso? Acredito que o êxito na busca de uma vida mais feliz e desenvolvida passa pela priorização de uma das escolhas e remediando as outras, assim como eles os fizeram. E um critério importante é descobrir o próprio talento e orientá-lo para a prioridade escolhida. Ou seja: os valores orientam a prioridade e o talento coloca a prioridade à prova e ratifica a escolha.

Nesta série de oito artigos tentarei abordar com mais detalhes este conceito, apresentando os talentos dessas pessoas associados ao tipo de vida que incorre na escolha da prioridade pelo talento. Comecemos pelo dinheiro.

Parte 1 – Dinheiro e Eike Batista

Num primeiro momento, a priorização desta dimensão como norte para a felicidade pode ser interpretado como materialismo, consumismo, futilidade, egoismo, pois temos a idéia de pessoa que não gasta dinheiro e coloca tudo debaixo do colchão, ou como o avarento de Molière.

Não é desse tipo de gente que falo, pois não há talento em juntar dinheiro, mas na felicidade que consiste em construir riquezas e promover a prosperidade.

Eike Batista é um exemplo desta visão. Integrante da lista das 10 maiores fortunas do mundo, Eike tem consigo o desejo chegar ao topo, uma enorme ousadia para um sujeito nascido fora do mundo desenvolvido e do poços de petrróleo do Oriente Médio. Sua biografia mostra que a fortuna que construiu e que não para de crescer é fruto de uma enorme habilidade com os negócios e uma visão empreendedora, a Visão 360º, que o impulsiona a fazer seus investimentos com ousadia e inteligência.

O resultado desta visão fez com que sua fortuna fosse maior que o seu colchão, expandindo-se ao território e impactando na vida de seus funcionários, governos e habitantes locais, transformando fortemente a realidade.

Pessoas com talento empreendedor que tem consigo o desejos de prosperidade necessitam empenhar sua vida na busca do acúmulo de recursos e investimentos sérios, de modo que a riqueza acumulada seja necessária e suficiente aos investimentos prioritários e no atendimento as outras dimensões importantes não priorizadas, que compensassem a ausência da família (Eike viveu na Europa na adolescência para conseguir meios para empreender) e seus relacionamentos pessoais (é separado e tem três filhos).

Realmente é um preço alto que nem todos estão dispostos a pagar. Transcrevo abaixo um trecho do artigo de Luiz Fernando Emediato, um jornalista que contemplou a vida de Eike Batista, mas não seguiu na integra, prefeiru ater-se aos princípios de sua felicidade:

“O atrevido Eike afirma que é livre para selecionar suas amizades, faz o que quer com seu dinheiro e se orgulha disso. Eu faria a mesma coisa. Quando cruzei com ele comprando ouro em Itaituba, há 32 anos – aquele rapaz magrelo, com botas e chapéu-, confesso que pensei em seguir seu exemplo. Infelizmente, continuei apenas jornalista e editor; como tal, não tenho dinheiro nem avião para emprestar, mas apenas princípios e histórias para contar. Com meus princípios, convicções e palavras, eu faço o mesmo que Eike faz com o dinheiro dele. Ou seja: são meus, faço com eles o que bem quero, sem prestar contas a ninguém. E me orgulho disso”.

A busca da felicidade como riqueza e prosperidade: é a sua também? Deixe seu comentário ou opinião no blog ou na postagem do meu perfil do Facebook.

A seguir o tema será a saúde. Aguarde!

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Gerenciando conflitos: a parábola do feijão com arroz

Havia uma casa no interior onde moravam um pai e duas filhas, que tomavam conta da casa, enquanto ele ia trabalhar na roça. Bóia-fria que era, o pai valorizava o jantar em família e tinha dado a ordem pela manhã antes de sair para que as filhas para prepararem arroz e feijão para a hora do jantar, e dividiu esta tarefa com cada uma das duas filhas: uma era responsável pelo arroz e outra pelo feijão.

A filha que ficou de preparar o arroz, tão logo recebeu a ordem decidiu se planejar para preparar logo pela manhã. Organizou-se em verificar se faltava alguma coisa na cozinha, separou alho, cebola, temperos, panela e já preparou a quantidade ideal para que eles jantassem e que ainda sobrasse para o pai levar pela manhã na sua marmita. Antes do meio dia ela já havia preparado tudo.

Já a filha que ficou de fazer o feijão, boa cozinheira que ela, tinha noção de que fazer essa tarefa não lhe tomaria mais que uma hora, e ela via que algumas coisas que o pai não havia lhe pedido estavam desorganizadas, como a roupa dele que estava descosturada, sua foice que precisava ser amolada e que o deixava mais cansado, entre outros detalhes que nem ele e sua irmã se importavam neste momento. Então ela optou por se dedicar a estas outras coisas e preferiu fazer o feijão às cinco da tarde, uma hora antes do pai chegar, e assim o fez.

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