Como fazer uma obra solidária e feliz

Quando se deseja fazer uma obra de reforma ou ampliação de algum cômodo existe o movimento natural de sair da zona de conforto para uma situação de mudança de mentalidade da pessoa em relação ao ambiente que se deseja mudar. Neste momento o sentimento é de criar algo novo, melhor e mais bonito para colocar no lugar da coisa velha, desgastada e que será eliminada.

Entretanto, é preciso alargar um pouco mais as possibilidades positivas que uma obra tem na realidade que a cerca. Quando olhamos além da relação de consumo e olhamos a sociedade ao redor, vemos que existem muitas pessoas pobres, passando necessidades e que estão convivendo indiretamente com a sua obra, os resíduos, entrada e saída de materiais, caçambas de entulho e lixo de coisas que não nos servem mais. Soma-se a isso ao impacto ambiental pelo aumento do consumo de recursos como água, energia e matérias-primas.

Será que nossa obra precisa ser assim tão egoísta e insensível ao seu redor?

Não! Não precisa! E um projeto de arquitetura bem resolvido precisa estar consciente para buscar soluções integrais e solidárias  que permitam melhorar a realidade local, tornando-a mais sustentável, mais solidária e mais feliz para todos

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Conferência sobre indicadores alternativos ao PIB acontece hoje na OCDE

OCDE

Hoje na cidade de Paris esta sendo realizada no Centro de Convenções da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) a conferência “Para além do PIB – da medição à política eleitoral e políticas publicas” (*).

Nesta conferência será apresentados os resultados finais do grupo de estudos BRAINPOoL, acrônimo do inglês: Bringing Alternative Indicators into policy – Trazendo indicadores alternativos para políticas públicas.

Este grupo é uma parceria colaborativa de 7 organizações “think-tank” de estudos econômicos de diversos países da Europa, organizada pelo programa de pesquisas da Comissão Europeia. Este grupo está dedicado a desenvolver e acelerar estudos para o desenvolvimento e uso de indicadores de ponderação ao uso do PIB e para apoio de processos e políticas de desenvolvimento sustentável na União Europeia.

Nesta conferência, o grupo BRAINPOol apresentará as principais conclusões e recomendações de projeto, focado em como este novos indicadores podem constituir uma agenda de amplo apoio eleitoral, e, ao mesmo tempo, vir a influenciar a elaboração políticas públicas inovadoras e integradas a partir destes novos indicadores.

A proposição será feita a partir de dois conjuntos de políticas: transição para uma economia verde e de uma política de mercado de trabalho voltada para o aumento do bem-estar.

Esta discussão será conduzida por especialistas em um painel internacional de alto nível, reunindo ministros do Trabalho, Políticas Sociais, Meio Ambiente, Economia e demais pastas políticas da União Européia e dos governos nacionais da Itália, Reino Unido e França. O debate será moderado pelo chefe estatístico da OCDE, Martine Durand.

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(*) tradução livre de “Beyond the GDP: from measurement to politics and policy”

Índice Anual de Felicidade Percebida: como utilizar a planilha

No dia de ontem foi lançada na fanpage do Arquiteto da Felicidade uma planilha feita no Microsoft Excel com a seguinte proposta: vamos medir o quão feliz foi o ano que passou. A esta planilha se chamou Índice Anual de Felicidade Percebida (Planilha IAFP). muitas pessoas já começaram a utilizar como ferramenta de medição da felicidade.

Mas acho que ficou faltando um tutorial que explicasse de onde saiu estes números e qual a melhor forma de utilizar o número encontrado. Este artigo vai explicar com um pouco mais de profundidade como utilizar a Planilha IAFP e os conceitos adotados.

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Melhorar o transporte público baixando o preço da passagem

Uma política contínua de redução de tarifas do transporte público não significa necessariamente uma inviabilidade econômica. Será que a tarifa zero é algo possível no futuro? Leia esta análise

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Quando os protestos de junho tomaram as ruas pedindo a redução no preço das passagens de ônibus muita gente se perguntou como seria possível baixar a tarifa? Prefeitos alertaram que havia risco de faltar dinheiro para áreas como saúde e educação caso tivessem que financiar o transporte público. Apressados concluíram que o transporte é subsidiado na maioria das cidades e não haveria matemática capaz de baixar o preço das passagens. Pois é, mas o preço baixou e o mundo não acabou. Poderia baixar mais?

Faixa exclusiva de ônibus
Depois dos protestos, a prefeitura de São Paulo levou adiante uma iniciativa importante que é aumentar a quantidade de faixas exclusivas para ônibus na cidade. Com essa política que não requer investimento a velocidade média dos ônibus paulistas passou de 13 para 21 km/h nos horários de pico. A população que anda de ônibus está economizando tempo para se deslocar e agora poderá consumi-lo com atividades…

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Coreia do Sul deve ganhar o primeiro edifício ‘invisível’ do mundo

Arranha-céu invisível: uma solução tecnológica para arquiteturas pode reduzir o impacto na paisagem urbana. Confira essa solução da Coreia do Sul

Energia Inteligente

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A prefeitura da cidade sul-coreana de Cheongna, próxima da capital Seul, autorizou a construção daquele que será o primeiro edifício invisível do mundo. Com 450 metros de altura, o prédio usará painéis de LED para exibir imagens do ambiente e, assim, criar a ilusão de ótica.

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Memórias e lições de um “arqui-sem-teto”

Eu vivi intensamente a Jornada Mundial da Juventude JMJ Rio 2013. Esta experiência influenciará a história do Arquiteto da Felicidade de agora em diante na internet. E tenho certamente muitas histórias para contar por anos e anos.

Mas por se tratar de um blog que fala de arquitetura, resolvi me prender a uma experiência da JMJ que para mim foi de grande importância e que mudará para sempre a visão sobre a arquitetura e a cidade: viver como um peregrino e dormir na rua como um sem-teto.

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Brasil terá um índice que medirá o bem-estar da população

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Como medir o bem-estar de forma objetiva? Quais seriam os indicadores que podem refletir este sentimento?

Estudos contemporâneos passaram a adotar uma visão crítica dos indicadores econômicos clássicos, como PIB e renda per capita, e buscam uma metodologia mais abrangente, passando a considerar a percepção do ser humano sob os aspectos relevantes de sua vida.

Seguindo esta tendência, que é mundial, um grupo coordenado por pesquisadores da Escola de Administração de Empresas da FGV/SP e pelo Movimento Mais Feliz começou a estudar um índice de medição do bem-estar dos Brasileiros, chamado de Well-Being Brazil (WBB) Index, ou Índice de Bem-Estar Brasil.

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O que queremos?

o que queremos

Já que as manifestações no Brasil não tem uma pauta muito definida, coloco aqui a minha.

Queremos ser felizes!

Queremos usar os recursos de tempo, financeiros e humanos de forma racional e sustentável.

Queremos gastar menos tempo no trânsito, menos dinheiro na comida e menos suor em empregos que pagam salários ridículos.

Queremos um país que priorize estes recursos para o que realmente importa

Queremos um país mais feliz e desenvolvido. E este não se mede pelo PIB ou pela renda per capita.

Queremos uma vida que equilibre minimamente nossas necessidades de dinheiro, saúde, educação, trabalho, relacionamentos, cultura, lazer, engajamento social e desenvolvimento sustentável.

Queremos ter liberdade para ditar os rumos do desenvolvimento.

Queremos que os políticos representem o ideal de felicidade que a população busca.

Queremos fazer a nossa parte.

Seria pedir demais?

Fonte: Veja.com.br

Japão apresenta casas ecológicas e econômicas

#segundasustentável A Feira Smart House 2013 é um grande laboratório de invenções para casas futuristas, tecnológicas e sustentáveis. Leia esta artigo e imagine um futuro assim.

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Energia Inteligente

 Cápsulas de oxigênio, banheiras de microbolhas, geradores elétricos ecológicos e automação residencial serão as marcas das casas do futuro, segundo a feira “Smart House 2013” que começou nesta sexta-feira em Tóquio.

O evento, que durante três dias mostra propostas de cerca de 300 empresas relacionadas com o design, materiais e tecnologias para o lar, mostra além disso as últimas tendências em sistemas de gestão energética sustentáveis.

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Metrópole inteligente na Ásia custará menos que Copa do Mundo de 2014

Nesta seção, separei este exemplo de cidade sustentável que é mais viável que estes eventos que o Brasil está realizando por aí. Vale a leitura.

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Energia Inteligente

thCA8CT70VA primeira “metrópole inteligente” do sudeste asiático, Iskandar Malásia, está sendo construída com fundações firmes em princípios de integração social, baixas emissões de carbono, economia verde, tecnologias verdes, sustentabilidade e todos os demais conceitos relacionados com uma nova economia mundial. A ideia, assim, é que haja esse investimento em cidades que sejam concebidas em novos formatos.

Isso se dá a partir da estimativa das Nações Unidas de que a população humana passará dos atuais 7 bilhões para 9 bilhões até 2050  e mais de 6 bilhões vão viver em ambientes urbanos, um número que é quase o dobro de hoje. Segundo cálculos de especialistas, esse aumento exigirá a construção de uma cidade de 1 milhão de habitantes a cada semana até 2050.

Além disso, o intenso crescimento urbano causará um estresse ambiental imenso – mais de 70% das emissões de CO2 hoje se relacionam com as necessidades das cidades.

É por…

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