Por que não enviamos orçamento por e-mail?

Neste ano de 2017, fizemos modificações importantes no atendimento ao cliente interessado em orçamentos de projetos e obras de arquitetura na cidade do Rio de Janeiro e criamos o Atendimento Presencial BIS, modelo de atendimento presencial para preparação e apresentação de orçamentos ao cliente, pelo portal de serviços Bora Fazer.

Esta modalidade de apresentação é única no ramo de arquitetura e foi concebida sobre os seguintes pilares conceituais:

1º: Orçamento não é dar preço, é atender bem!

Quando o cliente solicita um orçamento, não medimos esforços para oferecer todas as informações necessárias para compreender e esclarecer o escopo do serviço. Acreditamos certamente que uma visita qualificada é mais eficiente para a solução das necessidades do que um e-mail com um preço.

Por isso, queremos sempre entregar algo mais que um orçamento e apostamos num atendimento presencial completo, desde a primeira visita até o final do processo, pagando uma taxa mínima pela reserva.

2º: É conversando que a gente se entende!

O atendimento presencial oferece duas oportunidades para uma conversa produtiva e transparente.

A primeira é para conhecer o cliente, suas necessidades, suas expectativas e análise técnica das condições do imóvel, verificando as possíveis interferências, riscos e potenciais para o projeto do cliente. A segunda visita, já com a proposta alinhada, é para apresentar tudo o que consideramos para a elaboração do valor, as estratégias de cada fase e as soluções para pagamento facilitado.

Nosso orçamento será escrito e impresso para sua análise, de forma clara e objetiva, com as melhores informações possíveis para uma tomada de decisão acertada.

3º: Negociação direta oferece melhores alternativas

Negociar é um ato profundamente influenciado por interações sociais. A partir do relacionamento presencial, o cliente tem total liberdade para rever, questionar, perguntar, sugerir, propor alternativas novas e criativas para que o projeto seja executado com total satisfação e ganhos para todos.

O serviço de atendimento presencial é uma oportunidade única para esclarecimentos e aprendizado entre as partes. A experiência se torna muito mais útil na comparação com outras propostas técnicas enviadas, facilitando a comparação de preços e métodos de trabalho, verificando as melhores vantagens de cada proposta, tanto do ponto de vista técnico, econômico e pela confiança no profissional.

4º: Vantagem em dobro.

O investimento feito na visita técnica do Atendimento Presencial BIS tem seu valor revertido em dobro na forma de créditos automáticos a serem utilizados na proposta negociada. Ou seja, você tem muito mais informações e vantagens reais de desconto.

Aposte no atendimento presencial. Agende agora mesmo!

Acesse http://www.borafazer.com.br/orcamento e preencha seus dados para reservar sua visita. Selecione o Atendimento Presencial BIS e aguarde nosso retorno. Bora Fazer!

Seu imóvel é financiado? Não construa nada antes de ler isto!

Uma das dúvidas recorrentes de leitores e clientes que nos procuram é sobre obra de reforma e/ou ampliação de imóvel financiado por bancos (como a Caixa Econômica Federal), mediante contrato de alienação fiduciária e até mesmo utilização de recursos do FGTS.

Geralmente as campanhas publicitárias dos bancos dão mais foco na questão financeira, como taxas de juros, prazo do financiamento, parcelas, amortização, seguros, forma de pagamento – o que é normal, afinal são bancos, mas não explicam ao mutuário que o sonho da casa própria consiste bem mais do que assinar toda aquela papelada.

Este artigo vem dar luz a este assunto tão mal explicado por aí, evidentemente sem a pretensão de esgotar o assunto. Se você está nesta situação, vem com os Arquitetos da Felicidade você também.

O imóvel financiado não é só seu!

Quando você assinou o contrato de financiamento para aquisição da sua casa ou apartamento, você o fez baseado em três figuras fundamentais: o objeto do contrato (casa, apartamento, terreno), o credor (o banco) e o devedor (o mutuário). O contrato de alienação fiduciária é o instrumento que garante que o imóvel será transferido ao mutuário quando o mesmo quitar o valor contratado.

Entendeu? O imóvel será TRANSFERIDO. Isto é, até que se quite a dívida, o imóvel não é próprio ao mutuário. Por esta razão, em caso de não pagamento, o imóvel pode ser revertido ao banco para execução do pagamento da dívida em caso de inadimplência.

Sendo assim, se o imóvel não é seu, você não tem o direito unilateral de alterar o imóvel tal como foi contratado, pois significa modificação do objeto de contrato.

Quer dizer que durante todo o contrato eu não posso fazer nada?

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Não é para tanto! A vida é dinâmica e todo imóvel precisará receber obras para manutenção e modernização, mais cedo ou mais tarde.

Caso você identifique a necessidade de fazer alguma reforma ou ampliação do imóvel que está, você precisará se dirigir ao seu gerente de habitação, responsável pelo contrato de financiamento, solicitando informações sobre as cláusulas do contrato que falam sobre obras em imóveis financiados e de que forma a obra pode ser feita sem que haja desrespeito ao contrato.

Eu preciso pedir anuência ao banco para qualquer tipo de obra?

Bom senso é fundamental nesta horas e para isso é preciso que o cliente tenha bastante clareza do que quer fazer para explicar ao gerente sobre o tipo de obra. Quanto mais claro você for, melhor para o gerente, que não é engenheiro ou arquiteto, entender o que é preciso.

A boa prática para estes casos é a seguinte:

  1. São isentos de pedido de anuência ao banco as obras não estruturais de manutenção corretiva ou preventiva, como pintura, impermeabilização de teto, reforma simples de telhado, substituição de esquadrias, modernização da parte elétrica, iluminação, água, esgoto, gás telefonia, troca de pias, vasos sanitários, bem como instalações de armários embutidos, móveis planejados e demais intervenções desta natureza.
  2. São passíveis de pedido de anuência ao banco as obras que possam gerar potenciaisalterações na estrutura, como instalação de uma nova caixa d’água, colocação de um revestimento de piso bem mais pesado (por exemplo, substituir carpete por mármore na casa toda), demolição e remoção de paredes internas, retirada e construção de escada interna, pilares e demais elementos que alterem a planta interna original. Neste caso, cabe consultar a convenção do condomínio sobre a obrigatoriedade de atendimento a norma técnica de reformas ou condicionantes do laudo técnico de vistoria predial.
  3. É obrigatório pedir anuência ao banco as obras que alterem a área total edificada conforme descrito em IPTU, ou seja, obras de demolição, ampliação com modificação e acréscimo de área construída, como construção de novo cômodo, garagem, segundo andar ou nova edificação no mesmo terreno. Neste caso, ainda é obrigatório que seja providenciado um projeto arquitetônico para licença de obras da modificação do imóvel junto à prefeitura, no qual será pedida a anuência por escrito do banco.

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Chame um profissional que entenda do assunto!

Definido qual tipo de intervenção você deseja fazer e o que impacta diretamente no seu contrato de financiamento, agora é planejar e escolher o profissional mais adequado para preservar seu imóvel e seu contrato de financiamento.

O primeiro passo é consultar o gerente do banco e explicar o tipo de obra que quer fazer. Feito isto, ele poderá condicionar a autorização da obra à apresentação de um projeto arquitetônico assinado por um arquiteto, com emissão do Registro de Responsabilidade Técnica.

Se for o caso de obra de modificação, o projeto será obrigatório, pois proprietário deverá apresentar o projeto ao banco e à Prefeitura.

Ficou alguma dúvida? Você pode acessar nossa seção tira-dúvidas e conversar com a gente.

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