Mudança de hábitos: vale à pena

Alguns comportamentos alimentares são sintomas de infelicidade e acabam influenciando negativamente na saúde. Seja crítico e faça uma autoavaliação.

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As 4 Virtudes Cardeais

A visão de mundo a partir das quatro virtudes cardeais nos conduz a uma vida mais feliz. Leia este texto.

Sob Malhete

Virtudes Cardeais

Virtude = tendência para o bem, que deve ser ensinada, vigilantemente, desde os primeiros anos de vida.

O número 4, segundo Pitágoras, representa a justiça pois 4 corresponde a soma de dois números pares e iguais (2 + 2), o quadrado também cumpre a mesma função. Justiça: idéia de proporcionalidade, medida, adequação. A virtude das virtudes, já que sua completa realização corresponde ao bem comum. O bem que não é só meu, nem teu, mas que inclui a comunidade, beneficiando a cada um e a todos, simultaneamente.

A justiça aponta para a finalidade da ação e a prudência é a mestra do como fazer: “Para bem agir, é necessário não apenas fazer algo, mas fazer como se deve, ou seja, é necessário agir de acordo com uma opção bem regrada e não apenas por impulso ou paixão.” Esta frase de São Tomas de Aquino resume aquilo que é o agir…

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Desculpe o transtorno. Estamos construindo felicidade.

Promover a felicidade é um dos sete princípios do Arquiteto da Felicidade. Este princípio foi colocado em prática em ocasiões anteriores, como a apresentação feita no debate da Conferência Rio+20 no Complexo do Alemão, no aniversário do blog na Confeitaria Colombo, e na celebração do Dia Internacional da Felicidade na Sorveteria e Pizzaria Beijo&Beijo.

O exercício cotidiano deste princípio foi colocado mais uma vez em prática durante a Jornada Mundial da Juventude Rio 2013. Além da experiência de dormir na rua como um sem-teto, uma ação de promoção do conceito foi colocada em prática com muito sucesso: o protesto do bem.

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Quer ser feliz hoje mesmo? Controle o tempo!

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Todos nós temos nossos sonhos, desejos, valores e princípios que levamos em consideração nesta caminhada que fazemos na busca de uma vida mais feliz e desenvolvida. Estes valores são de tal importância que inserimos eles na estruturação de um planejamento, na definição de um objetivo, de uma meta e de um prazo.

Mas vez por outra não sabemos dominar a eficiência de um projeto ao longo do tempo, criamos expectativas e tememos a frustração em vários momentos da vida. E neste momento refletimos e colocamos em xeque os sonhos, desejos, princípios.

Deste modo, vi que era importante complementar a visão dos Sete princípios do Arquiteto da Felicidade e falar mais sobre o papel do domínio do tempo nas elaboração de um bom projeto de felicidade.

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Três jogos de videogame que todo arquiteto deveria jogar

Muitos de nós ao escolher sua profissão o fazem inspirados por alguém ou alguma experiência vivida ou assistida. Esta experiência é um estímulo constante que acontece desde os primeiros passos da infância e vai sendo construído ao longo de uma vida inteira, seja por pais, amigos, pessoas, brinquedos, jogos, viagens, etc.

E são estes estímulos que despertam habilidades e vão despertar aquilo que chamamos popularmente de dom ou vocação.

No meu caso, confesso que a minha escolha por arquitetura se deu por experiência vividas em jogos de videogame e PC. Isso mesmo! VIDEOGAMES! Games jogados horas a fio despertaram em mim o desejo de ser arquiteto e urbanista.

Como explicar? Neste artigo vou listar os três jogos que acho que todo arquiteto deveria jogar uma vez na vida, pois na minha opinião eles são capazes de mostrar de forma lúdica a arte de ser arquiteto e urbanista. E acho que os jogos por si mesmos explicam a razão por ter investido na arquitetura como profissão.

1. Sim City

Comecei a jogar este jogo quando tinha uns 15, 16 anos quando tomei contato no computador de um amigo do bairro com o jogo SimCity 2000. E fiquei encantado com a possibilidade de construir uma cidade “tridimensional” (na verdade era em perspectiva isométrica, mas eu era uma criança, né), projetar ruas, prédios, transporte público.

Mas como não tinha computador em casa, comprei de um colega do colégio um cartucho usado do SimCity mais antigo (chamado atualmente de SimCity Classic) para o meu Super Nintendo – isso porque nesta época o PlayStation e o Nintendo 64 já estavam bombando. Anos mais tarde percebo que joguei uma das raridades da série.

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SimCity é o pioneiro do segmento de simulador de construção de cidades. Lançado em 1989 pela Maxis (atual divisão da Electronic Arts), o objetivo é exatamente dar asas a imaginação de um arquiteto e urbanista: planejar e desenvolver uma cidade num terreno virgem. Desde então já foram lançadas as versões SimCity 2000, 3000 (e versão World Edition), SimCity 4 (e expansões Rush Hour e Deluxe), SimCity Sociedades e a atual 6ª versão, lançada em 2013, chamada somente de SimCity.

Este jogo é a fonte que que inspirou as versões mais recentes de simulador de cidades atuais, como por exemplo o CityVille

No jogo você é um prefeito e tem uma verba inicial para desenvolver uma cidade numa área delimitada. Com esse dinheiro você precisa comprar usinas de energia elétrica, linhas de distribuição da rede elétrica, ruas, distribuir as zonas da cidade, dividida em residencial, comercial e industrial, construir delegacias de polícia, corpo de bombeiros ao longo de um ano e respeitando o orçamento inicial.

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Ao colocar a cidade em ação, começam a aparecer algumas preocupação na gestão daquilo que é projetado pelo jogador, como poluição, desemprego, custo de moradia, criminalidade, impostos elevados, engarrafamentos, acesso e mobilidade entre as áreas da cidade, etc.

Ao mesmo tempo, seu objetivo é garantir o crescimento e o superávit das contas públicas. A cidade tem que dar lucro entre o arrecadado e o custeio dos equipamentos públicos, regulando o caixa através da alíquota do imposto municipal.

E a busca deste equilíbrio é um mistério: impostos altos afastam comércios e indústrias e gera desemprego e recessão, mas um imposto baixo demais gera déficit e escassez de grana pra expandir a cidade.

Ou seja, o jogo me ensinou a grosso modo o que é preciso para construir e projetar uma cidade e que cada traço do planejador urbano tem consequências que se refletem diretamente no desenvolvimento urbano e econômico da cidade. E faz com que o prefeito tenha uma missão maior do que construir uma metrópole (ou megalópole).

É preciso trabalhar para a maior satisfação possível de seus habitantes. Neste jogo, uma cidade feliz é aquela que satisfaz a demanda do crescimento econômico, com responsabilidade fiscal e atende a felicidade dos seus habitantes.

Acho que além dos arquitetos, os políticos deveriam jogar um pouquinho o jogo para aprender estas lições. Que comecem então com a versão mais antiga para pegar o jeito.

2. Transport Tycoon

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Mais uma vez tomei contato com esse jogo há uns 15 anos atrás. Mesmo sem ter computador tinha dois disquetes de 3 1/2″ (rodava em MS-DOS) e levava estes disquetes para instalar e jogar onde tinha um computador disponível, até eu ter o meu próprio.

Transport Tycoon é talvez um dos pioneiros jogos de simulação de gerenciamento de empresas de transporte. Lançado em 1994 pela Microprose, o objetivo do jogo era levar desenvolvimento a uma região ou continente através da construção de uma rede de transporte de alta, média e baixa capacidade.

Desde então, foram lançadas a versão Deluxe e, pela Atari, o Chris Sawyer’s Locomotion. Este jogo foi a fonte de inspiração de outros títulos como o RollerCoaster Tycoon, Railroad TycoonSimutrans e Transport Giant

O mapa possui atividades que são interligadas através da cadeia produtiva. Por exemplo: seu objetivo era levar o carregamento de grãos para uma indústria de processamento produzir alimentos que devem abastecer as cidades (próximas ou distantes). O empresário é remunerado por carga entregue e deve atender a demanda da produção, visando uma boa avaliação do serviço e se destacar dos concorrentes.

O empresário pode lançar mão de diversos meios de transporte para cumprir a tarefa: caminhões, ônibus, trem, avião e navios. À medida que o tempo vai passando e as redes de transportes se tornam mais eficientes, as cidades lançam mão de artifícios para atrair o investimento das empresas, como subsídios que podem pagar duas, três ou 4 vezes mais por determinada carga ou transporte de passageiros.

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Este jogo me ensinou muito mais do que a gestão de logística de transportes. Mesmo que não seja o objetivo principal do jogo, ele me ensinou uma lição importante sobre planejamento urbano e regional.

O transporte de pessoas e mercadorias e a instalação de estações de embarque e desembarque impulsionam o crescimento de cidades. E que, com efeito, estes pólos podem se destacar e impulsionar o crescimento de cidades menores vizinhas, a partir do fortalecimento das atividades e ligações.

Mesmo em se tratando de uma jogo que segue lógica de livre mercado e competição entre as empresas, essa reflexão além do jogo é bastante semelhante ao que se vê na vida real e mostra o quão importante é o transporte para o desenvolvimento.

3. The Sims

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Este jogo eu tive contato mais tardiamente, acho que já estava na faculdade. Assim que conheci, gostei bastante dessa possibilidade de descer na escala da cidade e conhecer a casa pelo lado de dentro e das relações de vizinhança.

The Sims é uma evolução do conceito do SimCity, um zoom na escala. Também desenvolvido pela Maxis e Electronic Arts no ano 2000, ele é um simulador eletrônico de vida. A partir de um personagem (ou avatar), o jogador tem o objetivo de levar uma vida de acordo com suas escolhas. Desde então, foram lançadas as versões The Sims 2, The Sims 3 e uma série de pacotes de expansão.

O jogador escolhe uma profissão e deve buscar uma vida mais feliz e desenvolvida. O objetivo é atender todos os indicadores de sua vida, seja nas necessidades fisiológicas (como dormir, comer, ir ao banheiro), tarefas domésticas (preparar comida, limpar a casa, regar plantas), aspectos afetivos (ter amigos na vizinhança), saúde, humor, diversão, etc.

E para isso é preciso que ele trabalhe para ganhar seu dinheiro e comprar coisas pra sua casa, equipar com móveis, computadores, televisão e deixar a casa funcional e com a cara do morador.

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Na minha opinião, o ponto alto do jogo era o desenvolvimento da casa. A partir do progresso no trabalho, você tem um módulo de construção e decoração da casa. Você pode ampliar cômodos, construir ambientes internos, ampliar a casa, investir no quintal, no paisagismo, no acabamento, revestimentos, iluminação e vários elementos de arquitetura.

A grande lição é sobre o papel da casa na vida das pessoas. A arquitetura se torna o principal objetivo do jogador, que faz o seu personagem trabalhar em busca do conforto e bem-estar.

Cada elemento que é colocado, obedece a funcionalidade e afetam todas as dimensões da vida do personagem. A busca do equilíbrio e do desenvolvimento do personagem varia de acordo com as relações pessoais, familiares e tipo de carreira profissional. E a arquitetura é reflexo disso tudo.

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E você, tem algum jogo de arquiteto para me sugerir? Se tiver algum bom para sugerir, estou dentro para horas de jogo!

Felicidade No Trabalho: O Que os Trabalhadores Me Ensinaram

#sextadafelicidade: aproveite esta sexta feira para refletir sobre como ser mais feliz no trabalho, sob a ótica de um líder esclarecido. Confira este novo artigo

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Ciência busca a Felicidade

Por ELIZABETH WEIL – Reportagem do The New York Times, publicado pela Folha de São Paulo de 29/04/2013

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Sonja Lyubomirsky diz que você tem um nível fixo de felicidade, que é parcialmente codificado nos seus genes. Sua sensação de felicidade aumenta quando uma coisa boa acontece e diminui quando a coisa é ruim.

Mas, nos dois casos, não demora muito até que seu humor volte ao nível fixo, num fenômeno que a ciência chama de “adaptação hedônica”. Você sabe, a gente se acostuma com tudo.

Com seu livro “A Ciência da Felicidade”, de 2007, e com a sequência “The Myths of Happpiness” [Os mitos da felicidade], lançado neste ano, Lyubomirsky, professora de psicologia da Universidade da Califórnia, em Riverside, firmou-se como um baluarte da indústria da felicidade.

Suas conclusões podem ser provocativas e, às vezes, contraintuitivas. Locatários são mais felizes que senhorios, diz ela. Interromper experiências positivas as torna mais agradáveis. Atos de gentileza tornam as pessoas mais felizes, mas não se elas forem compelidas a realizarem o mesmo ato com excessiva frequência – levar café na cama para a pessoa amada é uma delícia, fazer isso todos os dias parece uma obrigação.

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Projeto Amélie – Gestos de Felicidade

Promover a felicidade é simples. Que bom que existem pessoas que sabem usar a simplicidade a favor da causa. Conheça o Projeto Amélie de Lisboa.

Karolsingleworld's Blog

Ações variadas e desinteressadas, que façam alguém sorrir, sentir-se melhor ou emocionar-se. Qualquer coisa que mude o dia-a-dia de algumas (mas basta uma) pessoas é o que vem acontecendo desde setembro de 2011 na cidade de Lisboa graças ao designer português Martim Dornellas que decidiu fazer estes pequenos gestos, de acordo com uma auto-proposta para mudar o mundo. “Foi numa altura complicada da minha vida. Claro que mudá-lo é um projeto demasiado ambicioso. Então lembrei-me de começar a mudar pequenos mundos, os nossos pequenos mundos”, acrescenta.

Inspirado por movimentos espontâneos como o “Zé Frank Chill Out Song”, os “Abraços Grátis” ou os “Improve Everything” – que já percorreram várias cidades, inclusive brasileiras, realizando missões surpresa em espaços públicos – Martim criou o Projecto Amélie.

Ao jeito da personagem francesa Amélie Poulain, conseguiu deixar os transeuntes mais felizes. Tanto, que estes acabaram por apadrinhá-lo e espalhá-lo pelo país. “O mais interessante…

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Dia Internacional da Felicidade: a primeira celebração no Brasil

No ultimo dia 20 de março de 2013 foi comemorado o primeiro Dia Internacional da Felicidade no mundo. A data foi instituída pela ONU por meio da Resolução 66/281 na 66ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas em 28 de junho de 2012.

Os 193 Estados-membros da ONU aprovaram por unanimidade o texto da resolução, que definiu o dia 20 de março como um dia para que a sociedade civil e indivíduos observem a data “de maneira apropriada, por meio da educação e atividades públicas para tomada de consciência” sobre a importância da Felicidade.

Pelo texto da referida resolução, A ONU considera que “a busca da felicidade é um objetivo humano fundamental” e reconhece “a necessidade de se construir uma abordagem mais equitativa e equilibrada do crescimento econômico que promova o desenvolvimento sustentável, erradicação da pobreza, felicidade e bem-estar para todos os povos”.

Decidi, pois, assumir como compromisso do blog de que essa data seria celebrada. E assim o foi. Conheça os detalhes da empreitada pioneira do Arquiteto da Felicidade: a primeira celebração do Dia Internacional da Felicidade no Brasil.

ONU Felicidade

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Como anda a paixão sobre o seu trabalho?

Um texto de carreiras que fala sobre a felicidade na carreira. Será que não é hora de mudar para ser mais feliz?

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Mais Tempo - administração do tempo, produtividade e life hacking

Ontem estava voltando de um evento e conversando com uma funcionária da Bayer, falamos sobre o assunto de carreira. Ela fez veterinária e hoje trabalha com pesquisa clínica dentro da Indústria, o marido também é veterinário e se especializou em odontologia para cavalos.

A emoção que ela falava sobre a carreira dela era impressionante, algo de paixão mesmo, de gostar e ter prazer naquilo que faz. Óbvio que tinha probleminhas e coisas que ela não gosta no dia-a-dia, mas nada tirava o tesão de como ela falava do seu trabalho, o ruim se tornou supérfluo. Ouso dizer que ela é daquelas poucas pessoas que encontraram seu propósito, acharam o lugar certo e conseguem viver aquilo que amam no dia-a-dia.

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Meu cunhando é outro exemplo disso. Ele é um conhecido jornalista esportivo, trabalha no principal veículo no segmento no País. Ele sempre amou futebol e hoje vive disso. No momento recebeu…

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