Países Felizes – Parte 7: Dinamarca

Vamos voltar a viajar pelos países da Felicidade? Nossa próxima parada é o Reino da Dinamarca. Este é o primeiro dos três países que representarão a felicidade a partir da prioridade pela sociedade.

A Dinamarca não representa somente um ideal para uma boa parte do mundo ocidental capitalista. Mais do que isso. Estaremos falando do país mais feliz do mundo.

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Países Felizes – Parte 6: França

A viagem do Arquiteto da Felicidade deu uma parada estratégica. Apesar de gostar bastante de escrever, precisei dar uma prioridade nos projetos de arquitetura, não é? Arquiteto precisa fazer cliente felizes.

Voltando à busca dos países felizes e desenvolvidos por saberem priorizar seus talentos, vamos à França. O país é talvez o mais lembrado e admirado no que diz respeito à riqueza de sua cultura no território. Ao explorar as fontes deste sucesso cultural perceberemos que a cultura francesa é mais do que uma mera coincidência de talentos, é uma questão de organização da sociedade e da economia.

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Países Felizes – Parte 5: Brasil

Retomando nossa viagem sobre os diferentes modelos de desenvolvimento países de acordo com sua visão de felicidade, nesta quinta parada o protagonista é o nosso Brasil.

Nosso país tem um traço cultural de povo pacífico, acolhedor e hospitaleiro e que interferem no modo que compreendemos uma nação e um território: com os olhos da felicidade. Vamos entender o porquê.

Como fazer dos relacionamentos uma política?

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Países Felizes – Parte 4: Estados Unidos

Nesta viagem pelos Países Felizes do Arquiteto da Felicidade, depois de uma temporada na Europa, vamos para a América. Nossa quarta parada é nos Estados Unidos da América.

Quem valoriza o trabalho como o critério mais importante da Felicidade pode gostar de viver no país mundialmente conhecido com a terra das oportunidades.

O progresso de um país movido por um sonho

Revisitando o artigo sobre o trabalho e o Bernardinho, naquela ocasião eu coloquei uma condição para que se alcance o sucesso profissional baseado no espírito de equipe, em que os talentos individuais devem trabalhar para o sucesso coletivo.

E se esse coletivo fosse um país inteiro? Uma outra condição para o sucesso no trabalho é o lugar onde vivem.

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Países Felizes – Parte 3: Finlândia

Com o fim do Especial Rio+20, vamos retomar nossa viagem pelos Países Felizes do Arquiteto da Felicidade?

Nossa terceira escala é na Finlândia. Vamos conhecer o país que tem um dos melhores programas nacionais de educação do mundo e buscar entender a razão de seu sucesso.

Educar para desenvolver e ser feliz

Quantas vez já não se ouviu promessas, protestos e discussões sobre a importância da educação de qualidade para o desenvolvimento de um país, não é verdade? E por quê?

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Países Felizes – Parte 2: Inglaterra

Nossa segunda escala é na Inglaterra, país que tem um exemplar modelo de saúde pública que é reflexo de uma visão política e prioridades e continuidade de projetos, mesmo com a alternância política e com as crises.

Uma população saudável é mais feliz

A saúde se tornou um direito social fundamental para qualquer nação democrática – em tese, assim deveria permanecer.

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Países Felizes – Parte 1: China

Nesta primeira parada vamos conhecer a China, um país que vem tendo bastante êxito nos últimos anos na sua política de desenvolvimento através do crescimento das riquezas. Será este um modelo possível de ser seguido em outros lugares?

Como ser um país rico?

Essa é uma pergunta que muitos políticos e economistas mundo afora tentam responder e conduzir suas políticas na busca desta resposta. Mas ser rico é importante em qual medida?

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Países Felizes – Introdução

Retomando o raciocínio do artigo anterior, onde tentei deixar claro que as relações de felicidade que as pessoas buscam tem a mesma estrutura refletida em arquiteturas, cidades e países, começo uma nova série de artigos para que possamos entender e buscar explicação sobre essa hipótese lançada.

A série Países Felizes foi concebida para seguir o mesmo raciocínio da série Talentos da Felicidade, ou seja, foram selecionados países que se destacam a partir de seus melhores resultados diretamente relacionados à cada uma das oito dimensões a serem atendidas: dinheiro, saúde, educação, trabalho, amigos, cultura e lazer, sociedade e meio ambiente, observando os pontos positivos e negativos que cada escolha reflete para o conjunto das demais dimensões.

Os Países Escolhidos

Foram acolhidas as sugestões dos leitores na fan page e feita uma pesquisa prévia para saber qual país daria uma história interessante para este blog. A partir do feedback, até pensei que seria fácil escolher os países para a série, mas eis que os oito países viraram dez! E agora?

E agora, eu tive que adaptar o roteiro. Isso me dará um pouco mais de trabalho, mas valerá a pena.

Confira abaixo qual será a sequência:

Por que escolher três países para o mesmo assunto?

Quando surgiram as opções, descobri uma enorme dificuldade em escolher países como exemplo de sociedade nos moldes que escrevi sobre as personalidades.

Dinamarca, Cuba e Irã são sociedades com estruturas totalmente diferentes e se eu escolhesse apenas por afinidade perderia em qualidade a discussão na diversidade: um país ocidental capitalista, um país socialista e um país religioso islâmico. São realidades incomparáveis e felicidades diferentes. Por isso abri esta exceção.

Mas seguirei a mesma crença da introdução da série anterior. Continuo a acreditar que o êxito na construção de um país mais feliz e desenvolvido pode ser alcançada quando as políticas priorizam e orientam suas ações a partir da descoberta do seu próprio talento ou vocação.

Recomendações

Tentarei sempre que possível me basear em informações de credibilidade, mas deixo claro que não tenho compromisso com a ciência. Os textos são todos argumentativos e expressarão uma opinião, um ponto de vista.

Como estarei argumentando os textos através dos efeitos das políticas, partindo das suas consequências para depois concluir que existe nas boas práticas um talento, pode ser que eu seja tendencioso ou simplista nesta sequência lógica criada.

Então a conclusão deste estudo não significará necessariamente uma verdade, pois o êxito alcançado depende de uma série de situações geopolíticas e sócio-econômicas que interferem no resultado e eu não estarei considerando.

Por outro lado, por que não refletir a nossa realidade e nossa felicidade a partir de uma inspiração sem compromisso?

Decidi comprar o risco e partir para a briga. Quero mais é que o leitor sinta-se à vontade para discordar dos meus argumentos sempre que quiser, e a partir dos diversos pontos de vista que possamos fazer debates interessantes sobre a felicidade dos países. Embarquemos nesta nova viagem sem medo de ser feliz.

Sigam-me os bons! Até lá!