Saiba como licenciar seu estabelecimento de saúde na Vigilância Sanitária do Rio de Janeiro

Vigilância Sanitária RJ
Prédio da Vigilância Sanitária da Cidade do Rio de Janeiro – Fonte: Google Maps

O arquiteto e urbanista é o profissional responsável pelo projeto de arquitetura para legalização de edificações residenciais junto à Prefeitura, com o fornecimento de plantas e assinatura de projetos e formulários. Mas a necessidade de projeto de arquitetura para legalização não se resume apenas à Secretaria Municipal de Urbanismo.

Você sabia que projetos de estabelecimentos com atividades relacionadas com medicina e saúde, como clínicas e farmácias, precisam de uma licença na Vigilância Sanitária municipal?

Se você pretende abrir um estabelecimento deste tipo ou regularizar seu alvará de funcionamento para cumprir a exigência da Vigilância Sanitária, você também necessitará de um projeto de arquitetura.

Neste artigo, entrevistamos a arquiteta e urbanista Alessandra de Paula, sócia-proprietária do escritório Vínculos Arquitetura e Urbanismo, que nos esclarece o processo de licenciamento sanitário e a atuação do profissional.

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Conheça os benefícios da Espiritualidade Corporativa

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Fonte: dtcom.com

“Será que não está na hora de, além dos índices de produtividade, de lucratividade, de rentabilidade, de crescimento, de participação no mercado, criar também um índice de felicidade e de espiritualidade dentro das empresas?” (FAVA e GILZ, 2008)

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Arquitetura e Grafite: os muros que falam

O filósofo Alain de Botton, no livro “A Arquitetura da Felicidade”, sugere que estejamos abertos a ideia de que o ambiente em que vivemos nos afeta e que compreendamos a incapacidade das construções de solucionar mais do que uma fração das insatisfações.

Talvez ele pudesse ter chegado a essa conclusão ao observar algumas áreas da cidade onde encontramos muros e edificação que se deixaram degradar no tempo e que despertaram um sentimento de que poderia ser transformado e modificado através de uma arte gráfica impressa em seus muros.

E uma vez impresso esse novo significado, ele se reveste de um novo valor incorporado a paisagem adquirindo até mesmo status de patrimônio cultural. O Profeta Gentileza não me deixa mentir.

Incorreria o construtor, o arquiteto e o urbanista em culpa por construir projetos sem significado? Por que um grafiteiro sente a necessidade de imprimir esses significados? Por que a construção não fala o que esses artistas sentem? Resolvi propor uma entrevista com o especialista de arte em grafite Daniel Goaboy.

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