7 dicas para realizar uma obra perfeita em casa (e sem prejuízos)

por Luiza Ribeiro
Correspondente da Felicidade

Sujeira para todo lugar, as coisas fora do lugar, gente passando por todos os lados e materiais de construção desanimam rapidinho que está pensando em deixar a casa com uma cara melhor. Para evitar problemas maiores, elaboramos uma listinha básica de como fazer para sua obra sair perfeita. São conselhos e observações que podem fazer a diferença na hora de contratar uma equipe, no período de execução e até mesmo para que seus vizinhos não fiquem bravos com você por trazer tanto barulho perto deles.

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PARALELISMOS: Termas de Vals, a obra prima de Peter Zumthor

por MARCIO COSTA
Correspondente da Felicidade

Contextualização

Acredito profundamente que o “fenômeno arquitetônico” apenas será devidamente compreendido quando observado e presenciado através dos nossos cinco sentidos. A arquitetura só é interiorizada quando nos envolvemos com ela, quando estamos rodeados por ela e quando com ela interagimos, seja através da visão, da audição, do olfato, do paladar ou do tato.

Ao atentar para origem da palavra arquitetura, encontro nela a devida fundamentação para esta afirmação. Constato que etimologicamente ela é composta por duas palavras derivadas do Grego: [arkhé] que significa “Principal” e uma outra que considero ser importante para a sua definição [tékhton], na qual se traduz “Construção” e onde se encontra toda a base desta ciência.

Arquitetura nada mais é do que a arte de construir, através de uma técnica, adequada a uma determinada época, num determinado local, inserido numa cultura específica, com um contexto socioeconômico e político que lhe está inerente. Deste modo, da mesma forma que a ciência necessita da experimentação para a verificação de hipóteses, a arquitetura só surge quando ultrapassada a barreira do mundo imaterial para o mundo físico, através da construção.

Consequentemente, creio que para analisarmos, estudarmos e entendermos o “fenômeno arquitetônico” e todas as suas intenções nele expressas, teremos que estar presente fisicamente diante dessa realidade.

Foi com este pensamento na bagagem, que quando parti para a Suíça aceitei o convite para escrever um artigo para este Blog, sobre um edifício muito peculiar, situado em plenos Alpes suíços, na vila de Vals.

A obra prima de Peter Zumthor: Termas de Vals.

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O conforto com a casa própria vai além da decoração

Dicas da equipe de redação do Portal de Imóveis VivaReal

House and Keys in Female Hands - Fonte: Microsoft Office

Avaliado o seu orçamento, finalizada a compra, o passo a seguir é a decoração. Escolher e acomodar os móveis e acessórios do jeito que sempre imaginou é realizar um grande sonho. Para essa felicidade não durar pouco, fique atento às despesas mensais, principalmente, a taxas com telefonia, eletricidade, IPTU e condomínio. Apesar de ter ficado tudo pronto, o seu envolvimento com isso tudo continua, e para sempre. Afinal trata-se da sua casa e do seu conforto.

Se há uma coisa que tira qualquer um do sério é alguém do seu edifício não pagar condomínio, não é mesmo? Compromete o orçamento de todos os outros envolvidos e as melhorias no prédio precisam ser adiadas. Manter a segurança, limpeza das áreas comuns, água e contar com uma portaria 24 horas atendem às necessidades básicas quando se mora em um apartamento, mas tudo custa.

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Arquitetura e Grafite: os muros que falam

O filósofo Alain de Botton, no livro “A Arquitetura da Felicidade”, sugere que estejamos abertos a ideia de que o ambiente em que vivemos nos afeta e que compreendamos a incapacidade das construções de solucionar mais do que uma fração das insatisfações.

Talvez ele pudesse ter chegado a essa conclusão ao observar algumas áreas da cidade onde encontramos muros e edificação que se deixaram degradar no tempo e que despertaram um sentimento de que poderia ser transformado e modificado através de uma arte gráfica impressa em seus muros.

E uma vez impresso esse novo significado, ele se reveste de um novo valor incorporado a paisagem adquirindo até mesmo status de patrimônio cultural. O Profeta Gentileza não me deixa mentir.

Incorreria o construtor, o arquiteto e o urbanista em culpa por construir projetos sem significado? Por que um grafiteiro sente a necessidade de imprimir esses significados? Por que a construção não fala o que esses artistas sentem? Resolvi propor uma entrevista com o especialista de arte em grafite Daniel Goaboy.

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