Países Felizes – Introdução

Retomando o raciocínio do artigo anterior, onde tentei deixar claro que as relações de felicidade que as pessoas buscam tem a mesma estrutura refletida em arquiteturas, cidades e países, começo uma nova série de artigos para que possamos entender e buscar explicação sobre essa hipótese lançada.

A série Países Felizes foi concebida para seguir o mesmo raciocínio da série Talentos da Felicidade, ou seja, foram selecionados países que se destacam a partir de seus melhores resultados diretamente relacionados à cada uma das oito dimensões a serem atendidas: dinheiro, saúde, educação, trabalho, amigos, cultura e lazer, sociedade e meio ambiente, observando os pontos positivos e negativos que cada escolha reflete para o conjunto das demais dimensões.

Os Países Escolhidos

Foram acolhidas as sugestões dos leitores na fan page e feita uma pesquisa prévia para saber qual país daria uma história interessante para este blog. A partir do feedback, até pensei que seria fácil escolher os países para a série, mas eis que os oito países viraram dez! E agora?

E agora, eu tive que adaptar o roteiro. Isso me dará um pouco mais de trabalho, mas valerá a pena.

Confira abaixo qual será a sequência:

Por que escolher três países para o mesmo assunto?

Quando surgiram as opções, descobri uma enorme dificuldade em escolher países como exemplo de sociedade nos moldes que escrevi sobre as personalidades.

Dinamarca, Cuba e Irã são sociedades com estruturas totalmente diferentes e se eu escolhesse apenas por afinidade perderia em qualidade a discussão na diversidade: um país ocidental capitalista, um país socialista e um país religioso islâmico. São realidades incomparáveis e felicidades diferentes. Por isso abri esta exceção.

Mas seguirei a mesma crença da introdução da série anterior. Continuo a acreditar que o êxito na construção de um país mais feliz e desenvolvido pode ser alcançada quando as políticas priorizam e orientam suas ações a partir da descoberta do seu próprio talento ou vocação.

Recomendações

Tentarei sempre que possível me basear em informações de credibilidade, mas deixo claro que não tenho compromisso com a ciência. Os textos são todos argumentativos e expressarão uma opinião, um ponto de vista.

Como estarei argumentando os textos através dos efeitos das políticas, partindo das suas consequências para depois concluir que existe nas boas práticas um talento, pode ser que eu seja tendencioso ou simplista nesta sequência lógica criada.

Então a conclusão deste estudo não significará necessariamente uma verdade, pois o êxito alcançado depende de uma série de situações geopolíticas e sócio-econômicas que interferem no resultado e eu não estarei considerando.

Por outro lado, por que não refletir a nossa realidade e nossa felicidade a partir de uma inspiração sem compromisso?

Decidi comprar o risco e partir para a briga. Quero mais é que o leitor sinta-se à vontade para discordar dos meus argumentos sempre que quiser, e a partir dos diversos pontos de vista que possamos fazer debates interessantes sobre a felicidade dos países. Embarquemos nesta nova viagem sem medo de ser feliz.

Sigam-me os bons! Até lá!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s